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“Notas da CEPAL” completa 100 edições informando as atividades da CEPAL a toda a região

Ao longo de seus 21 anos de vida, este boletim se transformou numa ferramenta importante para comunicar as ideias da CEPAL em favor do desenvolvimento da América Latina e do Caribe.

17 de junho de 2019|Notícia

Há quase 21 anos, em novembro de 1998, nasceu o boletim “Notas da CEPAL”, que hoje publica sua edição N⁰ 100. Com muito orgulho comemoramos este aniversário, já que estamos certos de que este informativo se converteu numa ferramenta importante para comunicar, não só aos meios de comunicação, mas a toda a comunidade, as propostas da CEPAL para alcançar o desenvolvimento sustentável nos países da América Latina e do Caribe e promover o bem-estar de todos os seus habitantes.

Uma ocasião como esta nos convida a refletir sobre os permanentes esforços que nossa instituição envidou para colocar à disposição de toda a região, de forma ampla e atraente, os dados e estatísticas, os estudos e relatórios e as múltiplas atividades que realiza diariamente em cumprimento do mandato atribuído pelos próprios países.

Este boletim continuou o trabalho de seu antecessor, “Notas sobre a economia e o desenvolvimento da América Latina”, uma publicação quinzenal dos Serviços de Informação da CEPAL distribuída desde os anos 1960, que tinha como objetivo principal difundir as atividades e os fatos mais destacados no desenvolvimento econômico e social da região, principalmente aos meios de comunicação, num tempo em que a Internet não tinha nem vislumbre de sua presença.

“Notas da CEPAL” seguiu com o mesmo objetivo de difusão, mas com um desenho renovado e “moderno”, em cores e num formato impresso mais de acordo com esses tempos de fim do século XX. 

A primeira edição de 1998 abordou principalmente os impactos que teriam sobre o crescimento da região a crise asiática, o fenômeno El Niño e os furacões que golpearam duramente vários países do Caribe e da América Central.

Em seus primeiros anos, o boletim não tinha uma periodicidade programada e chegou a ser publicado até cinco ou seis vezes ao ano, dependendo da contingência econômica e social do momento. Desde 2010 até hoje, é editado de maneira trimestral e constitui parte importante da missão informativa da CEPAL.

No início eram impressos cerca de 9.000 exemplares na gráfica da sede central da CEPAL em Santiago do Chile, de onde eram distribuídos por malote e correio postal para o resto da América Latina e do Caribe. Os principais destinatários eram os meios de comunicação, as sedes sub-regionais e escritórios nacionais da Comissão e os assinantes. Eram outros tempos, recém estava surgindo a Internet, muito poucos contavam com correios eletrônicos e se valorizava muito o fato ter um exemplar de “Notas da CEPAL’’ nas mãos.

 Em junho de 2009, na edição N⁰ 60, decidiu-se modernizar o boletim e passar a um formato online. Uma das novidades foi a coluna editorial dessa edição, que pela primeira vez foi publicada de maneira audiovisual, na qual a Secretária Executiva do organismo, Alicia Bárcena, se referiu à inovação e ao desenvolvimento científico e tecnológico como um instrumento essencial para a transição rumo a uma economia sem carbono, para obter a equidade social e para um desenvolvimento econômico muito mais sustentável.

Em abril de 2010 e julho de 2013, nas edições N⁰ 64 e 76, respectivamente, “Notas da CEPAL” passou por outra mudança de formato, desta vez menos radical, com modificações de tipografia e de desenho, para adaptar-se ao formato do novo site da instituição.

Hoje, com 21 anos de vida, “Notas da CEPAL” soube evoluir e adaptar-se às mudanças tectônicas que abalam nosso mundo atual, para tentar seguir sendo um referencial informativo no tocante a propostas de políticas na região. São tempos em que a CEPAL reafirma que a igualdade deve estar no centro do desenvolvimento e que é necessário avançar rumo a um novo paradigma em que a revolução tecnológica se ponha a serviço de um crescimento econômico de baixo carbono e intensivo em tecnologia, mas sem deixar ninguém para trás, como nos demanda a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.

Nesse contexto, esperamos que este boletim que hoje aparece em suas telas continue informando e acompanhando vocês por muitos anos mais.